A Igreja do Santo Sepulcro e o Jardim do Túmulo em Jerusalém

Qual o significado de Calvário e Gólgota ?

Calvário, vem da palavra latina calvaria, “caveira” referir ao lugar fora de Jerusalém onde o Senhor Jesus foi crucificado (Lc 23.33; a Caveira, NTLH, ARC).

O nome aramáico do lugar em que Jesus foi crucificado é Gólgota (Mt 27.33; Mc 15.22; Jo 19.17).

Não se sabe exatamente o motivo de o lugar ser chamado “a caveira”. A razão mais provável é que o local tenha sido um lugar de execução; a caveira é um dos símbolos largamente associados à morte. O lugar deve ter sido relacionado com cemitério, embora o fato de ser perto de Jerusalém torne improvável que caveiras pudessem ser vistas ali. Talvez a área fosse local de elevação montanhosa que, de alguma forma, se assemelhasse a – nome usado pela ARA para se uma caveira.

Os textos de Marcos 15.40 e Lucas 23.49 indicam que algumas pessoas viram a crucificação de Jesus a distância. O texto de João 19.20 diz que o lugar ficava “perto da cidade” de Jerusalém; e Hebreus 13.12 relata que nosso Senhor “sofreu fora da porta”, o que quer dizer fora dos muros da cidade. A referência de Mateus aos “que iam passando” parece indicar que o lugar ficava próximo a uma estrada bastante usada por viajantes. E razoável pensar que a sepultura de José (Jo 19.41) situava-se relativamente perto. Mas a Bíblia não indica claramente onde Jesus morreu.

Vários têm sido os locais indicados para a crucificação nos arredores de Jerusalém.

Um fator que torna difícil detectar o local com precisão é que Jerusalém foi destruída no ano 70 d.C. pelos romanos, além da ocorrência de outra revolta judaica de modo semelhante em 135. Por esses motivos e por uma série de conflitos que perduraram por séculos, muitas características geográficas e o local dos muros da cidade foram particularmente alterados.

Com exceção de áreas que haviam sido escavadas, os muros atuais de Jerusalém datam de anos mais recentes.

A presença de construções modernas impede que novas escavações sejam empreendidas para a localização dos muros na época do Novo Testamento. Alguns grupos dizem ter encontrado o local exato em que Jesus morreu, mas os fatores de complicação expostos tornam a informação pouco provável.

Santo Sepulcro ou o Jardim do Túmulo, qual o verdadeiro túmulo de Jesus Cristo ?

Atualmente, a opinião cristã divide-se entre dois possíveis lugares para o Calvário. Um seria a área da igreja do Santo Sepulcro. O outro, chamado Jardim do Túmulo – “Calvário de Gordon”, situa-se a pouco mais de 200 metros a nordeste do portão de Damasco no muro antigo da cidade.

Certa tradição que remonta ao século quarto diz que se iniciou uma busca pelo historiador cristão Eusébio e que o local foi encontrado pelo bispo Macário. Tempos depois, o imperador romano Constantino edificou um templo no local, que antes havia abrigado um templo a Afrodite.

A tradição também sustenta que, enquanto procurava pelo sepulcro de Jesus, a mãe de Constantino, Helena, encontrou parte da “verdadeira cruz” em que Jesus havia morrido. Tais tradições são muito antigas, mas seu valor histórico é incerto. A igreja do Santo Sepulcro fica atualmente no interior do que se chama “antiga cidade”, embora alguns defensores insistam que o local ficasse fora dos muros da cidade na época do Novo Testamento.

Em 1885, seguindo uma orientação mais antiga, o general britânico Charles Gordon defendeu firmemente outro lugar principal, que fica fora dos muros atuais da cidade. O local é um outeiro rochoso coberto de grama que, devido a escavações (talvez mineração) em alguma época durante os últimos três séculos, atualmente assemelha-se a uma caveira quando visto sob determinado ângulo. Ao lado da colina há o que se chama de “caverna de Jeremias”, na qual um túmulo antigo foi reparado para dar lugar a um jardim. Tal área é, por vezes, chamada “Túmulo do Jardim”.

O lugar conhecido como Calvário de Gordon tem sido aprovado especialmente por alguns grupos protestantes, enquanto o local da igreja do Santo Sepulcro é altamente recomendado pelas igrejas ortodoxa e católica romana.

Para os cristãos, o que interessa não é o local, mas o auto-sacrifício do Senhor Jesus – “que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia” (1Co 15.3-4). No “Calvário”, a cruz do Gólgota – “emblema de sofrimento e vergonha” – tornou-se o símbolo do amor, da bênção e da esperança.

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